Saturday, July 16, 2011
SEXO FRAGIL????? CARINHO E MAIS I MPORTANTE PARA OS HOMENS AFIRMA ESTUDO ?????
NOVA YORK (Reuters Life!) - Ao contrário do que imagina o senso comum, afagos e carinhos são mais importantes para os homens do que para as mulheres em uma relação duradoura, segundo um novo estudo internacional.
Pesquisadores que estudaram as respostas de adultos nos Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Japão e Espanha descobriram também que os homens têm maior propensão a estarem felizes no seu relacionamento, e que a frequência de beijos e carinhos é um indicador preciso da felicidade masculina.
"Fiquei um pouco surpresa", disse Julia Heiman, diretora do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, que realizou o estudo a ser publicado na revista Archives of Sexual Behavior.
"Alguns dos estereótipos que temos nascem daquilo que nos sentimos confortáveis em acreditar, que os homens preferem o sexo, e as mulheres preferem a intimidade ao sexo, por exemplo", acrescentou ela.
Os pesquisadores examinaram mais de mil casais com idades de 40 a 70 anos de idade, com relacionamentos durando em média 25 anos, nos cinco países.
Ao contrário dos homens, as mulheres ficavam mais felizes com o passar do tempo, segundo as entrevistas. Se elas estavam com o parceiro há menos de 15 anos, tinham menor propensão a estarem satisfeitas sexualmente, mas esse percentual subia significativamente após a marca dos 15 anos.
"Possivelmente, as mulheres se tornam mais satisfeitas ao longo do tempo porque suas expectativas mudam, ou porque suas vidas mudam com os filhos crescidos", disse Heiman. "Por outro lado, as que não estavam sexualmente tão felizes podem não ficar tanto tempo casadas."
Os japoneses - homens e mulheres - se disseram significativamente mais felizes nos seus relacionamentos do que os norte-americanos, que por sua vez estavam mais satisfeitos que os brasileiros e espanhóis.
Os homens japoneses, em especial, mostravam-se sexualmente satisfeitos num percentual superior ao dobro do que em outras nacionalidades.
"Honestamente não sei por que isso", disse Heiman em entrevista. "Os casais japoneses podem interpretar as perguntas da pesquisa de forma ligeiramente diferente. Talvez os norte-americanos interpretem isso de forma muito mais crítica."
As mulheres japonesas e brasileiras também demonstravam maior propensão que as norte-americanas para se dizerem felizes com suas vidas sexuais.
"Os norte-americanos são notoriamente insatisfeitos com as coisas", disse Heiman. "Os Estados Unidos certamente não são o país mais feliz do mundo quando se trata de compará-lo aos demais."
Heiman disse que os dados talvez reflitam a dinâmica de um relacionamento duradouro. "Talvez tenha a ver com a durabilidade. Um fator importante é há quanto tempo vocês estão juntos. O que você valoriza como importante pode significar muito mais depois de um longo período."
Pesquisadores que estudaram as respostas de adultos nos Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Japão e Espanha descobriram também que os homens têm maior propensão a estarem felizes no seu relacionamento, e que a frequência de beijos e carinhos é um indicador preciso da felicidade masculina.
"Fiquei um pouco surpresa", disse Julia Heiman, diretora do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, que realizou o estudo a ser publicado na revista Archives of Sexual Behavior.
"Alguns dos estereótipos que temos nascem daquilo que nos sentimos confortáveis em acreditar, que os homens preferem o sexo, e as mulheres preferem a intimidade ao sexo, por exemplo", acrescentou ela.
Os pesquisadores examinaram mais de mil casais com idades de 40 a 70 anos de idade, com relacionamentos durando em média 25 anos, nos cinco países.
Ao contrário dos homens, as mulheres ficavam mais felizes com o passar do tempo, segundo as entrevistas. Se elas estavam com o parceiro há menos de 15 anos, tinham menor propensão a estarem satisfeitas sexualmente, mas esse percentual subia significativamente após a marca dos 15 anos.
"Possivelmente, as mulheres se tornam mais satisfeitas ao longo do tempo porque suas expectativas mudam, ou porque suas vidas mudam com os filhos crescidos", disse Heiman. "Por outro lado, as que não estavam sexualmente tão felizes podem não ficar tanto tempo casadas."
Os japoneses - homens e mulheres - se disseram significativamente mais felizes nos seus relacionamentos do que os norte-americanos, que por sua vez estavam mais satisfeitos que os brasileiros e espanhóis.
Os homens japoneses, em especial, mostravam-se sexualmente satisfeitos num percentual superior ao dobro do que em outras nacionalidades.
"Honestamente não sei por que isso", disse Heiman em entrevista. "Os casais japoneses podem interpretar as perguntas da pesquisa de forma ligeiramente diferente. Talvez os norte-americanos interpretem isso de forma muito mais crítica."
As mulheres japonesas e brasileiras também demonstravam maior propensão que as norte-americanas para se dizerem felizes com suas vidas sexuais.
"Os norte-americanos são notoriamente insatisfeitos com as coisas", disse Heiman. "Os Estados Unidos certamente não são o país mais feliz do mundo quando se trata de compará-lo aos demais."
Heiman disse que os dados talvez reflitam a dinâmica de um relacionamento duradouro. "Talvez tenha a ver com a durabilidade. Um fator importante é há quanto tempo vocês estão juntos. O que você valoriza como importante pode significar muito mais depois de um longo período."
Saturday, July 9, 2011
FALANDO DE SEXO - pompoarismo
Para variar estava eu na net e descobri algo bem legal.... para quem gosta de inovar na cama. O Pompoarismo.
O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.
O pompoar, no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.
É uma técnica milenar do Oriente. Nasceu na Índia e foi aperfeiçoada na Tailândia e no Japão. Os primeiros exercícios surgiram com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o Maithuna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo a técnica foi se expandindo e tornando-se popular. Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.
Ginástica semelhante foi desenvolvida na década de 1950 pelo ginecologista Arnold Kegel. Em 1952 Kegel "desenvolveu" alguns exercícios para mulheres que tinham problema de incontinência urinária. Com pesquisas ele descobriu que o músculo pubococcígeo estava fora de forma e não funcionava de maneira adequada. Exercitando esses músculos, o problema médico era resolvido e o potencial para sensações genitais e orgasmo era aumentado. Em parte porque o fluxo sangüíneo aumenta em músculos exercitados, e o aumento do fluxo de sangue está relacionado com a facilidade para excitação e orgasmo. Quando aumenta-se a força de um músculo, aumenta-se seu suprimento de sangue, o efeito colateral: o aumento do fluxo de sangue para a pelve implica níveis mais elevados de excitação e orgasmos mais intensos.
Hoje é indispensável entre as comercializadoras de sexo, que utilizam essa capacidade para sua promoção e espetáculos de "halterofilismo pompoarístico", no qual mostram que podem fumar um cigarro colocado entre os lábios da genitália; sugar uma banana com a vagina e esmagá-la usando somente as contrações dos anéis musculares do fundo da vagina para frente; levantar objetos pesados; lançar objetos à distancia; abrir garrafas; sugar água, retê-la na vagina, dançar e depois liberar a água; sugar três tipos de água colorida, retendo-as com os três anéis da vagina e depois liberá-las sem misturá-las, dentre outras demonstrações.
O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.
O pompoar, no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.
É uma técnica milenar do Oriente. Nasceu na Índia e foi aperfeiçoada na Tailândia e no Japão. Os primeiros exercícios surgiram com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o Maithuna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo a técnica foi se expandindo e tornando-se popular. Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.
Ginástica semelhante foi desenvolvida na década de 1950 pelo ginecologista Arnold Kegel. Em 1952 Kegel "desenvolveu" alguns exercícios para mulheres que tinham problema de incontinência urinária. Com pesquisas ele descobriu que o músculo pubococcígeo estava fora de forma e não funcionava de maneira adequada. Exercitando esses músculos, o problema médico era resolvido e o potencial para sensações genitais e orgasmo era aumentado. Em parte porque o fluxo sangüíneo aumenta em músculos exercitados, e o aumento do fluxo de sangue está relacionado com a facilidade para excitação e orgasmo. Quando aumenta-se a força de um músculo, aumenta-se seu suprimento de sangue, o efeito colateral: o aumento do fluxo de sangue para a pelve implica níveis mais elevados de excitação e orgasmos mais intensos.
Hoje é indispensável entre as comercializadoras de sexo, que utilizam essa capacidade para sua promoção e espetáculos de "halterofilismo pompoarístico", no qual mostram que podem fumar um cigarro colocado entre os lábios da genitália; sugar uma banana com a vagina e esmagá-la usando somente as contrações dos anéis musculares do fundo da vagina para frente; levantar objetos pesados; lançar objetos à distancia; abrir garrafas; sugar água, retê-la na vagina, dançar e depois liberar a água; sugar três tipos de água colorida, retendo-as com os três anéis da vagina e depois liberá-las sem misturá-las, dentre outras demonstrações.
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